Paralela Mente - BookFinder.com Journal: As piores mães da Literatura

By | domingo, maio 12, 2013 Leave a Comment
Conheça as mães menos queridas da literatura

Boa tarde, gente bonita!

 Como vão vocês? Bem, né? Eu também vou bem, obrigado, tirando o fato de estarmos todos endomingados neste maravilhoso dia das mães inclusive um dos mais belos já vistos nesta instituição o ´´escolhendo livros´´. Estou muito zoeiro hoje, vejam só. Brincadeiras à parte, hoje o Escolhendo Livros traz mais um top 10. Como estamos em pleno domingo das mães, é claro que esse top 10 só poderia ser sobre elas, né? As mamães mais queridas da literatura, só que ao contrário!

Todo mundo já leu aquele livro em que tem uma mãe filha da mãe, que no caso é a avó. Se não leu, pelo menos já ouviu falar, não é? É. E a tradução exclusiva de hoje traz dez dessas mães fofíssimas que mereciam uma surra de <insira aqui o objeto> bem no meio da fuça. Estão curiosos saber quem são as gatíssimas? Então vem com o tio Natan!

10. A mãe de Jeanette de Fruta Proibida, de Jeanette Winterson

A personagem principal é uma jovem chamada Jeanette, que é adotada em uma comunidade religiosa fundamentalista. Conforme Jeanette cresce, ela descobre que é lésbica e encontra amor e felicidade com outra garota do local. Quando sua mãe psicótica descobre, esta condena publicamente a garota na frente da igreja/cidade e procede amarrando a garota e tentando dois longos exorcismos: um através de 14 horas de espancamento e outro de 36 horas trancada em um salão sem comida.


9. Sarah de Criancinhas, de Tom Perrotta

Sarah se junta ao ranking da litania das mães da literatura que negligenciam seus filhos para se concentrarem na autogratificação de um caso amoroso. Embora não seja a única mãe da literatura a cometer esse pecado maternal que destacamos, só posso ter dez mães na lista.


8. Gertrude de Hamlet, de Shakespeare.

O fato de ela se casar com seu cunhado, que matou seu marido, é prova de que ela é biruta. Mas o que realmente torna Gertrude uma psicopata certificada é que, apesar de todo o adultério e assassinato, ela força a barra para mostrar compaixão a Hamlet, dando à criança um sério Complexo de Édipo.


7. Jocasta de Édipo Rei, de Sófocles.

Falando em Édipo... Todo mundo nessa história é babaca e egoísta demais para descrever e Jocasta não é exceção. Orgulhosa demais para matar um filho para proteger seu reino, estúpida demais para não dormir com alguém que tem metade de sua idade quando os deuses proclamaram que ela cometeria incesto, e desalmada o bastante para não perseguir quem matou seu marido. Ela e o resto da família são os instrumentos perfeitos para entreter os deuses gregos.


6. Sophia Portnoy de O Complexo de Portnoy, de Philip Roth

Alexander Portnoy é um neurótico descontrolado que, incapaz de apreciar o sexo, continua a procurar alívio nos mais bizarros e esdrúxulos atos. Para encontrar a raiz dos problemas de Alexander, não é necessário olhar muito além de sua mãe sufocante, provocadora, ranzinza, que jamais sequer deixaria que ele usasse o banheiro sem observar o que ele havia feito por lá.


5. A mãe/madrasta de João e Maria, dos Irmãos Grimm

Ela convence seu marido lenhador a deixar as crianças para a morte na floresta. As crianças mostram inteligência e esperteza para conseguirem voltar para casa quando a mulher faz o marido arrastar as crianças para ainda mais longe floresta adentro. Trabalho infantil teria até sido uma opção mais maternal, e era praticamente moda no século XIX. Abandonar = ser uma mãe má. Pelo menos ela acaba com isso no final.


4. Norma Bates de Psicose, de Robert Bloch

Enquanto a maioria de seu abuso emocional e de suas declamações sobre os males das mulheres e do sexo acontecem por detrás das cenas neste romance, os frutos assassinos emocionalmente aleijados de seu trabalho se tornam o centro das atenções. Norma Bates define o papel da mãe psicótica na ficção.


3. Margaret White de Carrie, de Stephen King

Mãe de Carrie White, Margaret era uma fanática religiosa que acreditava que praticamente tudo era pecado. Tornou-se física e emocionalmente abusiva à sua filha, em um esforço para fazê-la se adaptar ao seu estilo de vida devoto, normalmente trancando-a em um closet até que Carrie rezasse por perdão. Esse tipo de mãe faria qualquer um ter um ataque telecinético.


2. Petal de Chegadas e Partidas, de Annie Proulx

Ela abandona seu marido pouco depois que os pais dele cometem suicídio e foge
com seu amante, mas não antes de vender sua filha a uma agência de adoção do mercado negro... Sua única qualidade redentora era que ela morre em uma batida de carro logo no início da história.


1. Corinne Dollanganger de Flores no Sótão, de V. C. Andrews

Depois de se casar com o meio-irmão de seu pai, Corinne Dollanganger fica viúva e é forçada a voltar à sua família mal quista com seus quatro filhos. Sua mãe concorda em deixá-la voltar sob a condição de que Corinne esconda os filhos (ilegítimos) de Malcolm, seu marido e pai de Corinne, até que ele morra. Em vez de dar um jeito na situação, ela prende as crianças em um sótão por anos, onde eles geralmente são ignorados e se tornam desnutridos, desiludidos, incestuosos e desenvolvem todo tipo de anormalidade social no livro. Ah, sim, ela também tenta matá-los.


E a menção honrosa vai para Viviane Joan, de Os Divinos Segredos da Irmandade Ya-Ya, de Rebecca Wells

Vivane (Vivi) é uma mãe muito boa, mas a vaidade toma o melhor dela quando ela vê uma entrevista com sua filha (Siddalee) na revista Time, na qual Siddalle expressa sua opinião sobre uma infância infeliz. Vivi começa a agir como uma garota de quatro anos e perde o controle, declarando guerra contra sua filha, se recusando a conversar com ela e até tirar fotos de família... forma de engolir a história e controlar o ego da Vivi de família. Vivi entraria na lista exceto pelo fato de que, no final da história, tanto ela quanto a filha mais uma vez se olham olho no olho e Vivi se sente realmente culpado por ter se importado tanto. 

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Olha, eu graçaizadeus (como diria Inês Brasil) não tenho o que reclamar da minha mãe. Muito pelo contrário, tenho é que achar muito bom, pois sempre fomos muito amigos e ela sempre fez/faz o que pôde/pode para me ver bem, lindo e feliz. Não vou desejar um feliz dia das mães a ela por aqui porque já o fiz pessoalmente e porque ela não tem Facebook nem lê o blog pois mal sabe mexer no celular, quanto mais utilizar esta ferramenta o ´´pc´´. Maaaas, caso este lindo blog de família possua alguma leitora mamãe, eu e toda a equipe escolhendolivrense desejamos a vocês um


Tenham todos uma ótima semana e um feliz domingo de mães. Vemo-nos em breve. Beijo!



As piores mães da Literatura é uma tradução exclusiva do Escolhendo Livros deste artigo do BookFinder.com Journal


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